A premissa do filme “A Última Casa” até parece promissora: uma família encontra-se misteriosamente presa dentro da própria casa, lutando para sobreviver e entender a situação que os envolve. No entanto, o que se segue se distancia bastante do que poderia ser uma trama envolvente.
O filme é marcado por um roteiro fraco que não consegue sustentar o interesse do público. As situações que deveriam gerar tensão falham em empolgar, e a tentativa de inserir elementos de ficção científica só torna a narrativa ainda mais maçante à medida que se desenrola.
Ao longo de quase duas horas, a parcela de expectativa que poderia existir vai se esvaindo. O espectador, em vez de ficar ansioso para descobrir a resolução da história, acaba torcendo para que o filme chegue logo ao fim.
Infelizmente, essas duas horas gastas em frente à tela não podem ser recuperadas. O descontentamento com a obra é palpável, e fica a sensação de que o potencial inicial foi desperdiçado em uma execução insatisfatória.
