Wagner Moura retornou à Netflix para estrelar um novo filme de ficção científica intitulado “A Última Casa”, que explora uma situação claustrofóbica em que uma família se vê presa dentro de sua própria residência. O ator, conhecido mundialmente por seu papel como um dos mais famosos narcotraficantes da Colômbia, relata que as gravações foram intensas e desafiadoras, superando suas expectativas.
No filme, Moura contracena com a atriz Greta Lee e dois jovens atores que interpretam os filhos do casal em um enredo onde a tensão é palpável. A história, que se passa em um único cenário, faz com que o elenco se envolva profundamente nas filmagens, levando Moura a afirmar que esteve presente em praticamente todas as cenas. “Foi inesperadamente difícil filmar esse filme, e eu não esperava por isso,” revelou ele em entrevista à revista GQ.
O astro destacou que as gravações exigiram não apenas um ritmo intenso, mas também que eles enfrentassem cenários desafiadores, como ficar submersos em água. “Não estava esperando por isso. Pensei que, por se tratar de um filme familiar em um estúdio, haveria trailers e mais conforto. Mas foi difícil — ou talvez eu que esteja ficando velho,” comentou, refletindo sobre a dificuldade física enfrentada.
Moura enfatizou a impressionante construção do cenário, que na verdade foi elaborada de forma a simular uma casa cercada por vidro grosso, criando um ambiente que lembra um aquário. “O que fizeram com aquela casa foi impressionante; tudo girava em torno dela e de como ela estava sendo construída,” disse. Essa dedicação da equipe de produção surpreendeu o ator e contribuiu para a atmosfera única que o filme busca transmitir.
A trama de “A Última Casa” envolve a luta de uma família para escapar de uma força misteriosa que os mantém dentro de casa, um dilema que se intensifica a cada dia. Com essa proposta, o filme tem tudo para capturar a atenção do público e se tornar um novo sucesso na plataforma de streaming.
A estreia de “A Última Casa” está marcada para o dia 7 de agosto na Netflix.
