agosto 7, 2026
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Diretor mais velho da história lança seu último filme aos 106 anos!

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Diretor mais velho da história lança seu último filme aos 106 anos!

O mundo do cinema tem testemunhado a determinação de diretores veteranos em continuar produzindo filmes, mesmo em idades avançadas. Woody Allen, com 90 anos, está prestes a iniciar as filmagens de seu novo projeto na Espanha, enquanto Clint Eastwood já tinha 94 anos quando seu thriller “Jurado Nº 2” foi lançado. No entanto, ambos estão longe de alcançar o recorde estabelecido pelo cineasta português Manoel de Oliveira, que se destacou por sua impressionante longevidade artística.

Um recorde imbatível de Manoel de Oliveira

Manoel de Oliveira nasceu em 11 de dezembro de 1908 e, em sua data de nascimento, em 2014, lançou “O Velho do Restelo”, seu último filme lançado em vida. Embora o filme seja um curta-metragem com menos de 20 minutos, a sua capacidade de se manter ativo até uma idade tão avançada é algo que poucos conseguirão igualar no mundo do cinema.


O Som e a Fúria

Antes do feito de Oliveira, o recorde era de Leni Riefenstahl, que tinha 100 anos quando lançou “O Triunfo da Vontade”, um documentário com imagens gravadas entre 1970 e 2000 em Papua-Nova Guiné. No entanto, Manoel de Oliveira se destacou não só pela idade, mas pela qualidade de sua obra contínua ao longo dos anos.

Clint Eastwood e sua posição no ranking

Atualmente, Clint Eastwood ocupa a quarta posição no ranking de diretores mais velhos que lançaram filmes, e é o primeiro se considerarmos apenas os cineastas de Hollywood. Seu filme “Jurado Nº 2”, estrelado por Nicholas Hoult, foi bastante aclamado e consolidou sua relevância na indústria cinematográfica mesmo em sua idade avançada. Curiosamente, Woody Allen, que ainda está ativo, pode estar a caminho de desbancar Eastwood em breve.

Vale lembrar que Manoel de Oliveira faleceu poucos meses após o lançamento de “O Velho do Restelo”, em 2 de abril de 2015. Contudo, sua contribuição ao cinema perdura, especialmente com o documentário “Visita ou Memórias e Confissões”, que estreou no Festival de Cannes no mesmo ano em que ele faleceu, deixando um legado que inspira cineastas até hoje.